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CELEBRAÇÃO DA PAIXÃOSexta-feira Santa, igreja celebra o mistério da cruz

Na liturgia não há canto, não há música e não se celebra a Eucaristia, porque todo espaço é dedicado à Paixão e à morte de Jesus.
  • Categoria: Geral
  • Publicação: 31/12/1969 21:00
  • Autor: Redação Vatican News

A Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos diz que esta sexta-feira da paixão, é um momento para todos se ajoelharem simbolizando a humilhação do homem terreno e a coparticipação ao sofrimento do Senhor.
“Não é um dia de luto, mas um dia de contemplação do amor de Deus que chega para sacrificar o próprio Filho, verdadeiro Cordeiro pascal, para a salvação da humanidade”, completou.
Depois disso Jesus, sabendo que tudo estava consumado, e para que se cumprisse a Escritura, disse: “Tenho sede”. Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram num ramo de hissopo uma esponja embebida de vinagre e a levaram à sua boca. Ele tomou o vinagre e disse: “Está consumado”. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito” (Jo 18, 28-30).
A adoração da Cruz
A Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos diz que a Cruz está presente na vida de todos os cristãos desde a purificação do pecado no Batismo, absolvição do Sacramento da Reconciliação, até o último momento da vida terrena com a Unção dos enfermos.
“Na Sexta-feira Santa somos convidados a adorar a Cruz para o dom da salvação que conseguimos através da sua vinda”, pontuou.
Na nota, enviada aos bispos e às Conferências Episcopais, o convite é para que se exerça a prudência, evitando gestos e comportamentos que poderiam ser potencialmente arriscados.
Nos últimos dias, continua a nota, o Papa Francisco convidou a todos para  rezar, pedindo a Deus o dom da paz para a Ucrânia, para que esta guerra repugnante possa chegar ao fim. 
Junto com a Ucrânia, a congregação pede para lembrar dos outros conflitos sempre numerosos, em muitos países do mundo.
“Na oração universal invocaremos o Senhor pelos governantes para que ilumine as suas mentes e corações para buscar o bem comum em verdadeira liberdade e em verdadeira paz”, afirmou.